Quem vem do Brasil está acostumado a ver a taxa de serviço já impressa na conta. Na Argentina é diferente: a gorjeta não vem somada, é voluntária e fica por conta do cliente. Existem costumes, porém, e eles mudam conforme a situação: um táxi de poucos quarteirões, um motorista que passa meio dia com você ou um garçom em um restaurante.
Táxi e aplicativos
Para o taxista, gorjeta não é regra. O comum é arredondar para cima o valor do taxímetro e dispensar o troco pequeno. Se ele ajudou com malas pesadas ou esperou por você, um extra é bem-vindo.
Nos aplicativos, a gorjeta aparece na tela ao fim da corrida. É opcional.
Remis, motoristas e transfers privativos
Também não é obrigatória. Muitos passageiros deixam algo quando o serviço foi além de dirigir:
- uma viagem longa ou de várias horas;
- ajuda com muita bagagem, carrinho de bebê ou cadeira de rodas;
- esperas, paradas extras ou mudanças de plano resolvidas com boa vontade.
O valor é decisão sua. Em grupo, o normal é uma gorjeta só, dividida entre todos, e não uma por pessoa.
Restaurantes, hotéis e passeios
Nos restaurantes existe uma proporção costumeira da conta, deixada na mesa ou entregue ao garçom. Atenção ao item cubierto ou servicio de mesa, que aparece em algumas contas: é uma cobrança da casa pelo uso da mesa, e não a gorjeta. Carregadores de malas em hotéis e guias de passeio também costumam receber.
Como deixar
- Em dinheiro e em pesos é o mais simples para quem recebe.
- Notas de real ou de dólar são aceitas, mas moedas estrangeiras não servem: não há como trocá-las no país.
- No cartão ou por QR code: alguns lugares permitem incluir a gorjeta no pagamento. Avise antes de passarem o cartão.
Vale ter sempre algumas notas pequenas de peso. O guia de câmbio e formas de pagamento explica como consegui-las.
Nos transfers da LatamTransfer
O preço combinado é por veículo e não inclui gorjeta. Dar ou não fica a seu critério, como em qualquer transfer privativo.