Passar o Réveillon em Buenos Aires é diferente do que o brasileiro conhece. Não há festa na praia nem multidão de branco. Os argentinos comemoram em casa, com a família, tanto na noite de 24 quanto na de 31 de dezembro, e a cidade fica quase parada. Saber disso muda o planejamento do jantar e dos deslocamentos.
Como a cidade funciona nessas noites
- Na tarde dos dias 24 e 31, o comércio fecha cedo.
- O transporte público roda em esquema reduzido.
- Táxis e carros de aplicativo ficam raros perto da meia-noite.
- Os dias 25 de dezembro e 1º de janeiro são feriados, e muita coisa abre tarde ou não abre.
- Restaurantes e hotéis oferecem ceias, quase sempre só com reserva antecipada.
À meia-noite há brinde e fogos por toda a cidade. Muita gente vai a Puerto Madero e à beira do rio para assistir.
O jantar e a volta ao hotel
O ponto fraco da noite é a volta. Depois do brinde, todos procuram carro ao mesmo tempo, e a oferta é pequena. Algumas saídas:
- Jantar perto do hotel e voltar a pé.
- Táxi ou aplicativo, sabendo que pode demorar.
- Transfer reservado, com horário de ida e de volta combinados antes. A disponibilidade nessas noites é limitada e é confirmada caso a caso.
Se o grupo for grande, a minivan leva 6–7 passageiros e a van leva 8.
Voos nas festas
Os aeroportos funcionam normalmente. Nos dias anteriores ao Natal e ao Ano Novo, Ezeiza e o Aeroparque ficam mais cheios, e vale sair com folga. Se o seu voo pousa ou decola na própria noite de 24 ou 31, deixe o transfer reservado e informe o número do voo: o trânsito é mínimo, mas achar um carro na hora é difícil.
Calor e estrada
Dezembro e janeiro são verão, com dias quentes. Logo depois do Natal começa a saída dos portenhos para o litoral, e as estradas rumo ao mar ficam carregadas. Se o seu roteiro inclui a costa, leia o guia do verão na Costa Atlântica.
Como reservar
Escreva com bastante antecedência, informe datas, horários, número de pessoas e se há crianças. O preço é por veículo e é informado no orçamento antes da confirmação.