O aeroporto de Ezeiza fica fora da cidade, já na província de Buenos Aires, e não tem trem nem metrô no terminal. Para chegar ao centro, o caminho é sempre pela autoestrada, e o viajante tem cinco maneiras de fazer esse trajeto. Este guia compara as cinco sem citar valores, porque as tarifas argentinas mudam com frequência, e mostra como conferir cada informação no dia da chegada.
O que existe na saída do desembarque
- Táxi ou remis dos balcões oficiais. Ficam no saguão de desembarque. Você informa o destino, paga no balcão e recebe um carro. O preço é fixo por região. O remis é um carro com motorista contratado em agência, com valor fechado; explicamos a diferença em o que é um remis.
- Aplicativos. Uber, Cabify e DiDi mostram o preço antes da confirmação. É preciso ter internet no celular e uma forma de pagamento cadastrada. O ponto de embarque é definido pelo aplicativo e pode ficar longe da porta.
- Ônibus ou shuttle do aeroporto. A passagem é por pessoa e o trajeto termina em um terminal na cidade; dali você segue por conta própria. Funciona bem para quem viaja sozinho e com pouca bagagem. Empresas, pontos e frequências mudam: confirme no balcão.
- Ônibus urbano. É a opção mais econômica e a mais demorada. Faz muitas paradas, não tem espaço para malas grandes e é pago com o cartão SUBE ou outro meio eletrônico aceito, não em dinheiro.
- Transfer privativo reservado. Um motorista espera no desembarque com uma placa com o seu nome e leva você até a porta. O preço é por veículo e fica combinado antes da viagem.
O que pesa no trajeto
O caminho habitual é a autoestrada Riccheri e, depois, a 25 de Mayo, as duas com pedágio. Em dias úteis, o trânsito em direção à cidade fica carregado de manhã; no sentido contrário, no fim da tarde. Chuva, um acidente ou a véspera de um feriado prolongado mudam tudo. Por isso não informamos um tempo fixo: abra um aplicativo de mapas ao sair da alfândega e veja a situação real.
Como escolher
- Sozinho, com mochila e sem pressa: ônibus do aeroporto ou ônibus urbano.
- Duas ou três pessoas com malas: táxi ou remis do balcão, aplicativo ou transfer privativo. Compare o valor final, com pedágios.
- Família com crianças pequenas: pergunte pela cadeirinha antes de decidir. Em um táxi pego na hora, normalmente não há.
- Mais de quatro passageiros: não cabem em um carro comum. É preciso uma minivan ou dois carros.
- Primeira viagem à Argentina ou chegada de madrugada: vale deixar o trajeto resolvido antes de embarcar.
Onde o transfer privativo se encaixa
Ele não é a escolha certa para todo mundo. Faz sentido quando você quer sair do avião sabendo quem está esperando, quanto vai pagar e que o veículo comporta o grupo e as malas. É assim que funciona o nosso transfer de Ezeiza: acompanhamos o voo pelo número e enviamos os dados do motorista antes da viagem.