Quem chega a Buenos Aires encontra quatro maneiras de andar de carro com motorista, e nenhuma é a certa em todas as situações. O táxi é imediato, o remis tem preço fechado, os aplicativos mostram o valor na tela e o transfer privativo é organizado em torno do seu voo e do seu grupo. A escolha depende de quantas pessoas viajam, do que levam, do horário e de quanto imprevisto você aceita.
O que é cada um
- Táxi. Preto com teto amarelo. Pode ser parado na rua, pego em um ponto ou chamado por aplicativo. Cobra pelo taxímetro, e à noite a tarifa é mais alta.
- Remis. Uma figura bem argentina: carro comum, sem pintura especial, pedido a uma agência ou em um balcão, com preço combinado antes da saída. Veja mais em o que é um remis.
- Aplicativos. Uber, Cabify e DiDi. O preço aparece antes da confirmação e varia com a demanda: com chuva, no horário de pico ou na saída de um show, ele sobe.
- Transfer privativo. Reservado com antecedência, com preço por veículo já combinado. O motorista conhece o seu voo, o destino e a bagagem antes de sair para buscar você.
Seis perguntas para comparar
- Sei o preço antes de entrar? Sim no remis, nos aplicativos e no transfer privativo. No táxi, só na chegada.
- Consigo na hora? Táxi e aplicativos atendem na hora, salvo com muita demanda. Remis e transfer privativo pedem alguma antecedência.
- Cabe todo mundo? Um carro comum leva até quatro passageiros, e menos se houver malas grandes. Para grupos, é preciso uma minivan ou dois carros.
- Tem cadeirinha? Em táxis e aplicativos, em geral não. Em um serviço reservado dá para pedir.
- Consigo me comunicar? Os motoristas costumam falar só espanhol. No aplicativo, o destino já vai digitado; no serviço reservado, tudo é combinado antes por mensagem.
- Como pago? Varia conforme o serviço e o motorista. Pergunte antes de entrar e tenha uma alternativa.
O que escolher em cada caso
- Trajeto curto dentro da cidade, de dia: táxi ou aplicativo.
- Saída de um restaurante à noite: aplicativo ou rádio-táxi pedido no próprio local.
- Ida ao aeroporto com horário marcado: remis ou transfer privativo, reservados na véspera.
- Chegada de voo longo, com família ou grupo: transfer privativo.
- Várias paradas ou um dia de compromissos: um motorista por hora evita pedir um carro diferente a cada vez.
O que oferecemos e o que não oferecemos
A LatamTransfer faz apenas transfers privativos: um veículo para você ou o seu grupo, sem outros passageiros. Para andar cinco quarteirões, um táxi é mais prático, e dizemos isso sem rodeios. Ajudamos mais em chegadas ao aeroporto, grupos, viagens com crianças e trajetos longos.