A província de Entre Ríos, ao norte de Buenos Aires, reúne mais de uma dezena de cidades com parques de águas termais. Não existe uma que sirva para todo mundo: algumas ficam mais perto da capital, outras têm rio e praia, outras giram inteiramente em torno das piscinas quentes. A escolha depende de quanto você quer viajar e do que pretende fazer fora da água.
O mapa em poucas linhas
Quase todas as termas conhecidas ficam no corredor do rio Uruguai. Saindo de Buenos Aires, atravessa-se o conjunto de pontes Zárate–Brazo Largo e segue-se pela Ruta Nacional 14, uma rodovia federal duplicada. De sul a norte aparecem Gualeguaychú, Concepción del Uruguay, Colón, San José, Villa Elisa, Concordia, Federación e Chajarí. Do lado do rio Paraná há outro grupo: Victoria, em frente a Rosario e ligada a ela por uma ponte, La Paz e María Grande.
Como escolher
- Para viajar pouco. Gualeguaychú é a mais próxima de Buenos Aires. No verão tem carnaval, que lota a cidade nos fins de semana.
- Para juntar rio e natureza. Colón tem praias no rio Uruguai e fica perto do Parque Nacional El Palmar. San José e Villa Elisa estão na mesma região e permitem conhecer mais de um parque.
- Para quem quer só termas. Federación, às margens do lago de Salto Grande, é uma cidade organizada em volta do seu parque termal. Chajarí e Concordia completam o norte. A viagem é mais longa e pede mais noites.
- Para quem sai de Rosario. Victoria e as termas do lado do Paraná ficam mais à mão.
A água também muda, doce ou salgada conforme o parque, assim como o estilo: alguns têm parque aquático, outros são voltados ao descanso. Consulte cada complexo sobre o que oferece e os dias de funcionamento.
Quando ir
A temporada forte vai do outono à primavera. Os feriados prolongados argentinos e as férias de inverno, em julho, são os períodos mais cheios: reserve hospedagem com antecedência e conte com estrada carregada. No auge do verão o calor tira a graça da água quente, exceto nos parques com piscinas frias ou toboáguas.
Como chegar
- Ônibus. Há linhas saindo da rodoviária de Retiro para essas cidades. Os parques costumam ficar fora do centro, então o último trecho é de táxi ou remis.
- Carro alugado. É o mais usado e permite visitar mais de uma terma. A volta de domingo é o trecho mais pesado.
- Avião e trem. Não há trem regular de passageiros, e o avião não resolve esta viagem para a maioria.
- Transfer privativo. De porta a porta, do hotel em Buenos Aires até a hospedagem, com paradas a pedido. Vale para famílias com crianças, pessoas idosas que vão justamente para descansar e grupos que enchem uma minivan. Para uma ou duas pessoas com pouca bagagem, o ônibus custa menos e chega do mesmo jeito.
Outras ideias curtas estão no guia de escapadas de fim de semana.